Política

Sílvio diz que gerir com ‘porteira fechada’ é risco de criar quadrilha: “Já temos nomes”, revela

O gestor ressalta também, que os responsáveis pelos esquemas de corrupção possuem muitos recursos, o que garante a aquisição de bons advogados para suas defesas

O prefeito de Teresina Sílvio Mendes (União Brasil), voltou a divulgar vídeo em suas redes sociais informando que a Prefeitura de Teresina já identificou alguns dos responsáveis pelos supostos desvios e atos de corrupção com recursos públicos. No entanto, o gestor ainda não citou nomes.

Ainda de acordo com ele, existe uma Controladoria, que possui um mandato, e que essa Controladoria é a responsável por identificar os atos criminosos e encaminhar as informações para os órgãos de controle.

“A gente tem alguns mecanismos de controle para evitar que aconteça, porque depois é pior a gente ter que corrigir. Então, esses fatos, os personagens responsáveis por esse descalabro que se encontra a Prefeitura de Teresina eles serão identificados, alguns já foram identificados. Não cabe a mim, prefeito, punir esse ou aquele. A Prefeitura ela possui uma Controladoria, que tem um mandato, e eu não consigo tirar agora. É uma pessoa séria, servidora pública. E o que ela encontrar de errado, ela tem a obrigação de mandar para o Tribunal de Contas, para o Ministério Público, seja ele estadual ou federal, de acordo com a origem do dinheiro”, diz.

O gestor ressalta também, que os responsáveis pelos esquemas de corrupção possuem muitos recursos, o que garante a aquisição de bons advogados para suas defesas.

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“Os instrumentos existem, mas assim, essas pessoas que desviaram milhões, não foi pouco dinheiro, foi muito dinheiro, elas conseguem contratar bons advogados. Mas é de lamentar que se tenha desviado dinheiro quando faltou remédio, merenda escolar, transporte coletivo. Houve sim, crimes cometidos, crimes de corrupção com dinheiro público. Isso eu garanto que teve, as provas estão sendo levantadas”, complementa o prefeito.

Sílvio Mendes disse ainda que o risco de ser gerir uma Prefeitura “com porteira fechada”, eleva o risco de corrupção dentro da gestão. A fala foi uma indireta aos gestores passados, onde poucos personagens possuíam voz ativa na administração.

“Boa vontade a gente não compra, a gente conquista. Então aquela pessoa que foi indicada por necessidade ou por mérito, sai. Porque? Porque precisa cumprir uma missão. Uma das coisas que a gente aprende é que uma gestão ela não pode ser porteira fechada, senão o risco de virar uma quadrilha ele é muito grande”, afirma o gestor.

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