A greve dos caminhoneiros que estava marcada para acontecer nesta quinta-feira (4) não vingou e, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), até o momento não há sinal de qualquer manifestação nas rodovias brasileiras e nenhum comunicado oficial foi registrado.
“Conforme o Artigo 95 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), nenhum evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres pode ser iniciado sem permissão prévia da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via”, reforçou a corporação.
Estados como Rio de Janeiro ou São Paulo não tiveram registros de manifestações. O Distrito Federal e o Entorno também amanheceram sem bloqueios, interdições, manifestações ou qualquer tipo de aglomeração nas rodovias federais até as 8h desta quinta. Assim como outros estados brasileiros.
Ainda na quarta-feira (3), os organizadores do evento projetaram a adesão das manifestações nas cinco regiões do Brasil.
Os caminhoneiros reivindicam por estabilidade contratual do caminhoneiro, a garantia do cumprimento das leis, a reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas e a aposentadoria especial de 25 anos de trabalho comprovada com recolhimento ou documento fiscal emitido.
Um dos representantes do movimento e membro do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Ourinhos (Sindicam-SP), Francisco Burgardt, informou que o ato iria acontecer seguindo todas as medidas impostas pela lei.
Na segunda-feira (1º), um ofício foi protocolado junto ao Palácio do Planalto informando o governo sobre a greve. Em entrevista ao Metrópoles, Burgardt informou que espera que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ofereça alternativas de melhorias ao setor.
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