O comandante da Polícia Militar, Scheiwann Lopes, determinou a expulsão do sargento Avelar dos Reis Mota, conhecido como sargento Mota, após acusação de furto qualificado, considerado uma grave transgressão.
Sargento Mota foi condenado a 4 anos, 2 meses e 12 dias de prisão por invadir uma residência e furtar um perfume em Teresina. A condenação foi decidida pela Vara da Justiça Militar de Teresina.
O Conselho de Disciplina da PM analisou as denúncias e indicou pela aposentadoria, considerada uma punição.
Como é expulsão de um praça e não de um oficial, não precisa passar pela sanção do governador Rafael Fonteles.
O advogado Otoniel Bisneto, que faz a defesa do sargento Mota, disse que vai recorrer da decisão junto à Secretaria Estadual de Segurança Pública.
“Uma decisão do colegiado não pode ser derrubada por uma canetada do comandante. O Conselho de Disciplina julgou pela aposentadoria do Mota, após analisar todo o conjunto probatório. Por isso, vamos recorrer na Secretaria de Segurança”, disse Otoniel.
Ele atribuiu a expulsão à “perseguição ao Mota” e que a investigação foi cheia de vícios. Sobre a investigação, o advogado afirmou que o vídeo não foi periciado e, por isso, as provas não foram validadas.
“O processo militar não pode ser avaliado pelo senso comum, mas pela técnica processual”, disse Otoniel Bisneto.

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