Lula pede engajamento de aliados no 2º turno e quer “sacudir” campanha
Além de nomear como “promiscuidades” os últimos eventos envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente petista também ressaltou a alta abstenção de votos no 1º turno, que gira em torno de 33 milhões de brasileiros.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conduziu uma reunião na noite desta segunda-feira (05) em Brasília que colocou boa parte dos senadores e governadores que competiram pela base governista, eleitos ou não, na mesma sala e com o mesmo objetivo: reverter os números do 2º turno das eleições.
Na mesa principal estava o governador do Piauí Rafael Fonteles (PT), assim como o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB) e outros senadores e governadores. Com o microfone em mãos, Lula puxa para a base a responsabilidade de movimentar a campanha, que como análise de bastidor desta coluna, vinha à banho maria.
Além de nomear como “promiscuidades” os últimos eventos envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente petista também ressaltou a alta abstenção de votos no 1º turno, que gira em torno de 33 milhões de brasileiros.
Do Piauí, estiveram presentes no evento o governador Rafael Fonteles (PT), o vice-governador eleito Washington Bandeira (PT), o senador Marcelo Castro (MDB) e o senador eleito Júlio César (PSD).
Ao ouvir algumas autoridades presentes no evento, o clima era de “tudo ou nada” e que a ala próxima à Lula deve se debruçar nos próximos 20 dias em uma campanha mais vocal e presente, tanto nos estados como em debates públicos. “A estratégia é trazer segurança para o eleitor”, disse uma fonte à coluna.
Em uma eleição como esta, nem Lula nem Flávio Bolsonaro (PL) tem o objetivo de converter ninguém, mas de convencer o que não o rejeita que é uma opção segura. Por isso, em um segundo turno, a máxima já explicada anteriormente ganha mais força, pois, de novo, não é uma eleição de paixões, mas de rejeições. Ganhará o menos rejeitado.





