Política

Wellington Dias fala sobre definição pela vice: “Não é uma pessoa que escolhe”

O ministro observou que o período sem disputas eleitorais deve priorizar ações de governo e atendimento às demandas sociais

O ministro Wellington Dias afirmou, na manhã desta quinta-feira (11), que a definição do nome para a vice-governadoria na chapa de Rafael Fonteles será tratada de forma conjunta entre partidos e lideranças da base. Ele destacou que o processo envolverá diálogo contínuo e não ficará restrito a uma única decisão.

O ministro observou que o período sem disputas eleitorais deve priorizar ações de governo e atendimento às demandas sociais. “Quem me conhece sabe que eu sempre defendo tirar todo o proveito do ano que não tem eleição para que a gente tenha um foco na pauta do povo. O 2026 está bem aí, como você diz, até faz que nem um bom brasileiro, ele estica o beijo, está bem aí, mas é o diálogo, nós vamos trabalhar isso.”

Ele reforçou o caráter coletivo da escolha. “Lembrar, na verdade, não é uma pessoa que decide sozinha, aqui tem que ser diálogo. São partidos, dentro do partido os trabalhadores têm que ter diálogo.”

Ao comentar a articulação política em Brasília, Wellington Dias ressaltou a importância do entendimento entre diferentes setores, e comentou o PL da dosimetria que pode beneficiar Bolsonaro. “Acho que nada é melhor do que entendimento. Eu já tinha debatido, lembrar, sou parte do parlamento, posso negar da minha, assim, meu olhar crítico em situações como a gente viveu essa semana. Ou seja, é preciso que o parlamento seja um espelho do Brasil, que esteja sintonizado, linkado com a vontade da população.”

Ele também enfatizou o papel da sociedade nas escolhas eleitorais. “Todo o poder emana do povo, é o povo, o povo que vai agora em 26 em cada canto do país para dar ali a sua posição na hora do voto. É esse povo que tem o poder, como eu sempre digo, a sua excelência é o povo que verdadeiramente comanda.”

Sobre a negociação conduzida na Câmara Federal, o ministro destacou a atuação do deputado Paulinho da Força. “O Paulinho, o deputado Paulinho da Força, acho que de forma muito sensata, com toda a sua experiência, mediou e acho que sai dali uma proposta muito próxima de resultado de um entendimento. Uma outra coisa que possa ser modificada, ser alterada, melhorada, mas eu acho que saiu uma proposta muito distante daquela que se queria lá no início, anistia para alguém que é condenado, coisas que só em ditaduras realmente acontecem.”

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