A Justiça decretou, nesta terça-feira (13), a prisão preventiva do motorista de aplicativo Ilko de Sousa, suspeito de estuprar e roubar uma vendedora de 40 anos em Teresina. A decisão foi tomada durante a audiência de custódia, após representação da Polícia Civil e manifestação favorável do Ministério Público.
Segundo o delegado Roni Silveira, responsável pelo caso, a autoridade policial representou pela prisão preventiva e o Ministério Público (MP) acatou o pedido. O juiz entendeu que os elementos apresentados, como a gravidade do crime, os indícios de autoria e os fundamentos legais, justificavam a manutenção da prisão cautelar.
“O juiz acatou, entendeu que os pressupostos e fundamentos estavam presentes e decretou a prisão preventiva. O suspeito já foi ouvido, passou pela audiência de custódia e foi encaminhado ao sistema penitenciário. Agora o caso segue na esfera da Justiça”, explicou o delegado.
A defesa do investigado, representada pelo advogado Eucherlis Teixeira, afirmou que o suspeito nega a autoria do crime. De acordo com o advogado, embora o flagrante não tenha sido homologado e a prisão inicial tenha sido relaxada, a magistrada decretou a prisão preventiva a pedido do MP.
“Ele apresentou sua versão dos fatos e nega a existência do estupro. O processo corre sob segredo de justiça por se tratar de crime sexual, então precisamos respeitar o sigilo”, declarou o defensor, acrescentando que a defesa atuará nos autos assim que o caso for distribuído à vara competente.

.gif)




