Sílvio mendes destaca equilíbrio fiscal e obras prioritárias para 2026
O prefeito também abordou o andamento de obras importantes e intervenções em infraestrutura
Na cerimônia de reabertura dos trabalhos legislativos na Câmara Municipal de Teresina, marcada pelo início do segundo ano da 20ª Legislatura, o prefeito Sílvio Mendes (União Brasil) fez um balanço dos principais pontos da gestão e projetou ações para 2026. A sessão solene contou com a leitura da Mensagem Anual do chefe do Executivo, que começou destacando os desafios enfrentados em 2025 e os planos para o próximo ano.
Ao falar sobre as finanças da prefeitura, Mendes enfatizou que a administração conseguiu alcançar equilíbrio fiscal, incluindo o pagamento e a redução de parte de uma dívida superior a R$ 3 bilhões, com abatimento de cerca de R$ 500 milhões. Ele ressaltou que essa conquista só foi possível mediante sacrifícios e que a estabilidade financeira é essencial para realizar serviços e obras na cidade. Na área da saúde, foram aplicados R$ 1,8 bilhão, e na educação, R$ 1,3 bilhão — garantindo vagas para todas as crianças do ensino fundamental, embora ainda exista carência de vagas em creches.
O prefeito também abordou o andamento de obras importantes e intervenções em infraestrutura. Entre os projetos citados estão a licitação da galeria do Torquato Neto, a execução da galeria de São Pedro e a homologação da obra do Vale do Gavião — considerada a mais cara — pela Comissão de Licitação. Mendes mencionou ainda a instalação de melhorias na iluminação pública, a colocação de câmeras de segurança em parceria com o estado, e o fortalecimento da Guarda Municipal, além da previsão de concurso para ampliar o efetivo.
Sobre serviços urbanos, o prefeito falou da mudança na prestação de limpeza urbana, passando dos serviços concentrados em uma única empresa para modelos com seis prestadoras para diferentes áreas. Na mobilidade, ele anunciou a adesão à política federal para financiar o transporte coletivo com apoio do BNDES, lembrando que será preciso atualizar o plano diretor do transporte, que está defasado desde 2008.
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