Empresário morto foi alvo de grupo especializado em roubos
Rafael Soares Sousa, de 25 anos, foi atingido em frente a sua residência, no bairro Lourival Parente, em Teresina.
O coordenador do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Costa, o Baretta, afirmou nesta sexta-feira (30) que a polícia apura se os suspeitos pelo assassinato do empresário Rafael Soares, de 25 anos, no dia 26 de setembro, fariam parte de um grupo criminoso envolvido com roubos no estado.
O empresário Rafael Soares foi abordado por homens que estavam em um carro, supostamente aguardando o momento em que ele saia de casa. Quando o empresário foi entrar no seu carro, foi abordado, mas ele correu e foi alvejado com disparos de arma de fogo. Segundo a família, os suspeitos levaram uma mochila que normalmente era usada para o transporte de valores.
Sobre o caso, o delegado Baretta preferiu não dar muitos detalhes sobre os suspeitos, mas informou que eles já foram identificados e que também estariam sendo elucidados outros crimes ocorridos no estado.

“Além da investigação ter revelado a autoria material do crime, nós estamos elucidando outros crimes, não só de homicídio no estado”, informou.
Baretta explicou que a investigação está avançada. “Não posso falar de natureza jurídica, mas a investigação está bem adiantada, tanto dos indivíduos que agiram diretamente no crime, eliminando a vida do Rafael, como outros indivíduos que estavam por trás, estão tudo sendo identificados, no sentido que a gente possa prendê-los”, afirmou.
O delegado pontuou que o objetivo principal dos suspeitos não era o assassinato, mas sim levar a bolsa que o empresário usava para transportar dinheiro. Não se sabe ainda se havia algum dinheiro nessa bolsa.
“O que posso dizer é que um indivíduo quando vai praticar um crime, faz todo um levantamento. Ele não vem de uma vez não. Existe um planejamento, inclusive no crime contra a vida. Mas qual era o objeto principal daqueles indivíduos? Era o bem material. Não era a vida. A vida do Rafael foi retirado justamente pelo objeto que queriam dele, o patrimônio”, pontuou.
Fonte: cidadeverde
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