
O homem de iniciais M. P. O. B., de 27 anos, conhecido como “Dublê de Rico”, preso na noite desta terça-feira (7) em Teresina, é investigado pela Polícia Federal (PF) por suposta participação em um esquema de fraudes contra beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Conforme as investigações da Operação Sem Desconto, ele seria integrante de uma organização criminosa especializada na falsificação de documentos, no cadastramento fraudulento de aposentados em associações e no desvio de benefícios previdenciários.
Segundo a Polícia Federal (PF), durante uma das fases da operação, realizada em São Luís (MA), foram apreendidos com o investigado dinheiro em espécie, documentos, máquinas de cartão e equipamentos eletrônicos, materiais que passaram a integrar as investigações sobre o esquema criminoso. A operação apura fraudes que causaram prejuízos a beneficiários do INSS por meio de descontos e cadastros irregulares.
Além da investigação federal, M. P. O. B. também é suspeito de envolvimento em diversos golpes praticados no Maranhão. Ele foi preso durante uma ação integrada da Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), com apoio da Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara da Comarca de Colinas (MA).
De acordo com a SSP-PI, a Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP/SSP-PI) e a Gerência de Operações e Investigações Criminais (GOIC/SSP-PI) localizaram o suspeito em um restaurante na zona Leste de Teresina. Após a confirmação da identidade, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos legais.
Com a prisão, M. P. O. B. permanece à disposição da Justiça e segue sendo investigado em duas frentes: pela Polícia Federal (PF), no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura fraudes contra beneficiários do INSS, e pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), por suspeita de envolvimento em golpes praticados em municípios maranhenses.
Esse formato coloca o fato novo (investigação da PF por fraude no INSS) logo no título, subtítulo e dois primeiros parágrafos, enquanto a prisão em Teresina entra como contexto, exatamente como um portal de notícias faria.




